Feira encanta com pratos típicos, artesanatos e setor chamado troca-troca
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Guardas sul-coreanos durante ato no Museu da Guerra, em Seul
"As consequências serão terríveis: o planeta inteiro será contaminado e Seul afundará no mar. A bomba é nossa segurança na vida. Se for necessário, não hesitaremos em usá-la", assevera.
O representante é membro do Partido do Trabalho e do Exército Popular, além de delegado especial do comitê governamental da Coreia do Norte para relações culturais com os países estrangeiros.
Benós diz não ser o único que combate a favor de Kim Jong-un, a Brigada Internacional que está organizando já conta com 200 adesões desde 11 de março, poucos dias após a Coreia do Norte anunciar o fim do acordo de armistício e a promessa de não agressão vigente desde 1953.
Nas últimas semanas, a tensão aumentou até o ponto que Pyongyang se declarou em estado de guerra contra o sul, ameaçando com a "guerra total" contra seus vizinhos e os Estados Unidos.
"LINHA PERIGOSA"
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, disse ontem que a Coreia do Norte está chegando perto de uma "linha perigosa" com as ameaças quase diárias contra os EUA e a Coreia do Sul.
"A Coreia do Norte está, com sua retórica belicosa, sua ação... chegando muito perto de uma linha perigosa", disse Hagel em entrevista coletiva no Pentágono para discutir o orçamento do departamento em 2014.
"Suas ações e palavras não ajudam a acalmar uma situação inflamável."
Perguntado se os cidadãos norte-americanos devem ficar preocupados com as ameaças, Hagel disse que os Estados Unidos têm capacidade de defender seus cidadãos e de seus aliados de qualquer ação que a Coreia do Norte possa tomar.
Fonte: Folha de S. Paulo
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Thatcher ao lado do ex-presidente americano Ronald Reagan em 1982 Foto: AP
O Arquivo Margaret Thatcher decidiu publicar hoje manuscritos e fichários que conserva sobre um ano-chave na carreira política da Dama de Ferro. Neles é possível perceber como o então jovem secretário de Estado, Ken Clarke, defendia "explodir alguns navios, mas nada mais", enquanto o deputado Peter Mills advertia que os constituintes não aceitariam respostas mornas: "querem sangue", disse.
Além de Clarke, outros cinco parlamentares conservadores advertiam à primeira-ministra nesse mesmo sentido e se mostravam partidários de "manter a calma". Uma nota similar descreve no dia seguinte a posição do "tory" Stephen Dorrel: "só daremos apoio à frota como uma tática de negociação. Se não negociam, deveríamos nos retirar". Em outra anotação da então primeira-ministra, se lê sobre o deputado Keith Stainton: "tem intenção de atacar o governo. Sua mulher tem grandes interesses nas Malvinas".
O conflito bélico pela soberania das Malvinas começou no dia 2 de abril de 1982, quando o então general Leopoldo Galtieri, presidente da Junta Militar argentina, ordenou a ocupação das ilhas, reivindicadas por Buenos Aires desde 1833. No dia seguinte, o Reino Unido começou a enviar seus militares ao arquipélago até reunir 27 mil soldados, que no dia 1º de maio iniciaram os combates. A guerra, que causou a morte de 649 militares argentinos, 255 britânicos e três ilhéus, terminou no dia 14 de junho de 1982 com a rendição argentina.
Os papéis de Thatcher refletem o "caos" no qual mergulhou o partido no governo britânico após a incursão argentina, segundo descreveu Chris Collins, historiador do Arquivo Margaret Thatcher. "Durante os primeiros dias do conflito houve uma grande confusão e dúvidas sobre como comportar-se, embora, certamente, o partido devia mostrar-se unido na medida do possível", apontou Collins.
O historiador britânico Charles Moore, biógrafo autorizado de Thatcher, assinalou que esses escritos privados são "um recurso fantástico para todos aqueles interessados em sua carreira como primeira-ministra e na história política recente do país".
Fonte: Terra
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