quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

35 Anos sem Maysa Monjardim


Maysa Figueira Monjardim, mais conhecida como Maysa Matarazzo ou simplesmente Maysa (São Paulo[3][4][5] ou Rio de Janeiro[6][7][8], 6 de junho de 1936Niterói, 22 de janeiro de 1977), foi uma cantora, compositora e atriz brasileira. Ao longo da sua carreira imortalizou uma discografia com mais de 25 títulos. Cristalizou uma das mais sensíveis obras da Música Popular Brasileira.

Biografia
Segundo algumas fontes, Maysa teria nascido na capital paulista, numa tradicional família do estado do Espírito Santo que logo se mudou para o Rio de Janeiro. Outras fontes, porém, afirmam que seu nascimento foi mesmo no Rio. Da capital paulista ou do Rio, é certo, no entanto, que em 1947 a família transferiu-se para Bauru, no interior paulista. Logo depois, mudaram-se novamente para a capital. Mesmo fixada em São Paulo, a família ainda mudaria de endereço várias vezes.
Maysa era neta do barão de Monjardim, que foi presidente da província do Espírito Santo por cinco vezes. Estudou no tradicional colégio paulistano Assunção e no Sacré-Cœur de Marie, em São Paulo.[9] As férias eram passadas em Vitória, onde reencontrava os tios e primos.
Casou-se aos dezessete anos com o empresário André Matarazzo, dezessete anos mais velho, amigo de seus pais, e membro do ramo ítalo-brasileiro da família Matarazzo, de cuja união nasceu Jayme Monjardim Matarazzo, diretor de cinema e telenovelas.
Desquitou-se do marido em 1957, pois ele se opôs à carreira musical. Maysa teve vários relacionamentos amorosos, entre eles, com o compositor Ronaldo Bôscoli, o empresário espanhol Miguel Azanza, o ator Carlos Alberto, o maestro Julio Medaglia, entre vários outros. Ao assumir o relacionamento com Miguel Azanza em 1963, Maysa estabeleceu residência na Espanha onde morou durante anos com o marido e o filho. Só retornou definitivamente ao Brasil em 1969. Na década de 70, Maysa se aventuraria pelo mundo das telenovelas e do teatro participando de produções como O Cafona, Bel-Ami e o espetáculo Woyzeck de George Büchner. Em 1977, um trágico acidente automobilístico na Ponte Rio-Niterói encerrava a carreira e o brilho da estrela, que foi um dos maiores nomes da música popular brasileira.[10]

Últimos Momentos

Vivendo isolada na casa de praia em Maricá, desde 1972, para onde ia todo o fim de semana, Maysa morreu a caminho da mesma casa de praia em Maricá, enquanto dirigia a “Brasília azul” em alta velocidade, no dia 22 de Janeiro de 1977, por volta das 5 horas da tarde, na Ponte Rio-Niterói. O efeito de anfetaminas somado à ingestão excessiva de álcool e ao cansaço físico e psicológico que a cantora vinha sofrendo teriam provocado o fatídico acidente. Porém, a conclusão dos laudos periciais mostrou que no momento do acidente ela estava completamente sóbria, não havia resquícios de álcool em seu organismo.
Em uma de suas últimas anotações, registrou:
Cquote1.svgHoje é novembro de 1976, sou viúva, tenho 40 anos, 20 de carreira e sou uma mulher só. O que dirá o futuro?Cquote2.svg
Maysa

Fonte: site Wikipédia

sábado, 21 de janeiro de 2012

Os acontecimentos que consolidaram a vitória bolchevique na Rússia.

O Governo Lênin

Lênin enfrentou a guerra civil e buscou alternativas para recuperar a economia do país.


Após alcançar o poder, os revolucionários de outubro realizaram uma série de mudanças interessadas em romper com os antigos alicerces que sustentavam a Rússia Czarista. Vários bancos e indústrias foram nacionalizados, os títulos de nobreza perderam o seu valor, as liberdades civis foram reorganizadas por novas leis, as forças armadas ganharam nova formação e os operários poderiam participar na gestão das indústrias em que trabalhavam.
Outra transformação de suma importância foi a negociação de um acordo que determinasse a saída pacífica dos russos da Primeira Guerra Mundial. Assinado em 3 de março de 1918, o Tratado de Brest-Litovsk alcançou tal objetivo por meio da liberação de regiões antes controladas pelo regime czarista. Desse modo, a saída russa do conflito acabou estabelecendo a formação de novas nações independentes como a Letônia, Lituânia, Ucrânia, Polônia e Finlândia.
Apesar da pacificação, o governo revolucionário ainda teve de enfrentar as forças militares contrarrevolucionárias do Exército Branco, formado essencialmente por conservadores, oficiais monarquistas e tropas de nações europeias que temiam a divulgação da revolução popular da Rússia para outras nações. Nesse contexto, foi necessária a implantação do comunismo de guerra, marcado por ações rigorosas de intervenção econômica que garantissem a manutenção do Exército Vermelho. Em 1921, as forças revolucionárias acabaram vencendo o conflito.
Após o fim dos conflitos, o governo de Lênin se deparou com as graves mazelas de um país completamente desgastado pelo atraso e pela guerra. Para que a situação vigente fosse contornada, Lênin anunciou um novo pacote de ações que integraria a chamada Nova Política Econômica (NEP). Essa nova política permitiu que algumas práticas de natureza capitalista fossem praticadas a fim de aquecer a economia do país. Em curto prazo, as liberdades oferecidas pela NEP conseguiram projetar a recuperação econômica do país.
Se, por um lado, a economia vivenciava essa situação de abertura, o contexto político russo se direcionava em sentido contrário. O Partido Comunista Russo passou a representar o governo do país e era reconhecido como a única agremiação política autorizada a funcionar. Uma nova constituição foi formulada e regiões vizinhas que também aderiram ao socialismo passaram a integrar a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), criada em 1923.
No ano de 1924, o governo russo foi seriamente abalado com a morte de Vladimir Lênin. A partir daquele momento, as conquistas concretizadas pelo sucesso da experiência revolucionária deveriam ser repassadas para as mãos de um novo líder. Foi nessa situação que os líderes políticos Leon Trótski e Josef Stálin disputaram entre si o controle da URSS. Tendo uma articulação política mais vigorosa e um discurso voltado para as questões internas do país, Stálin acabou assumindo o governo.



Você já sabe interpretar agora aprenda a fazer um Seminário.

O Seminário - O que é e como realizá-lo?

O seminário é uma fonte de transmissão de conhecimentos adquiridos



Dentre os gêneros textuais que tem como foco principal a oralidade, está o Seminário.
Ele pertence à categoria vinculada à exposição com base na transmissão de conhecimentos específicos (técnicos ou científicos) a respeito de um assunto relacionado à determinada área do conhecimento.

É comum que muitos de nós já tenhamos participado de um seminário, não é mesmo?

Não somente na escola é que ele acontece, mas também no meio acadêmico e no profissional, podendo ser apresentado individualmente ou em grupo.

Assim como a escrita requer procedimentos específicos para realizá-la, os textos expositivos também não fogem à regra. Por isso é de fundamental importância que saibamos a maneira correta de nos portarmos diante de um seminário, como também nos inteirarmos de todos os seus elementos constitutivos. Atentemo-nos para a técnica de planejamento:

Antes de tudo, é preciso que o(S) apresentador (ES) domine o assunto que será abordado apoiando-se numa pesquisa bastante informativa, como jornais, livros, Internet, revistas especializadas, vídeos, e outros.
Produção de um esquema contendo informações sucintas que nortearão o discurso do apresentador.
Realização de ensaios prévios no objetivo de evitar certas falhas que poderão comprometer a qualidade do trabalho apresentado.
Procurar enriquecer o conteúdo com recursos audiovisuais, tais como: cartazes, apostilas, retroprojetor, datashow, microfone, entre outros.

Só lembrando que para o planejamento devem ser levadas em consideração as características do público-alvo, como faixa etária, tipos de interesse, expectativas e conhecimentos prévios em relação ao tema em questão.

No momento da apresentação é imprescindível o uso da linguagem formal, pois certos hábitos da linguagem oral do tipo: Né? Tipo Assim, Ahnn... prejudicam a fluência na exposição.

A postura do apresentador é fator relevante, o mesmo deve evitar gestos excessivos, expressões faciais que não condizem com a situação, manter o tom da voz num ritmo bem articulado de modo a não se tornar monótono. E, sobretudo, permanecer de frente para a plateia.
De posse de todos estes aparatos, só faltará ter confiança em si mesmo e comemorar o sucesso do bom desempenho diante da tarefa realizada.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

QUE PAÍS É ESSE?

BESTIALIDADES, BLABLABLA.

Precisamos REFLETIR!?



Isso é no que dá não ter o que fazer!

Aprenda a fazer interpretações.

Breve Curso de Interpretação.


DICAS DE INTERPRETAÇÃO



      Não só os alunos afirmam gratuitamente que a interpretação depende de cada um. Na realidade isto é para fugir a um problema que não é de difícil solução por meio de sofisma (argumento aparentemente válido, mas, na realidade, não conclusivo, e que supõe má fé por parte de quem o apresenta).
      Podemos tranquilamente, ser bem-sucedidos numa interpretação de texto. Para isso, devemos observar o seguinte:

  1. Ler todo o texto, procurando ter uma visão geral do assunto;
  2. Se encontrar palavras desconhecidas, não interrompa a leitura, vá até o fim, ininterruptamente;
  3. Ler, ler bem, ler profundamente, ou seja, ler o texto pelo menos umas três vezes;
  4. Ler com perspicácia, sutileza, malícia nas entrelinhas;
  5. Voltar ao texto tantas quantas vezes precisar;
  6. Não permitir que prevaleçam suas ideias sobre as do autor;
  7. Partir o texto em pedaços (parágrafo, parte) para melhor compreenção;
  8. Centralizar cada questão ao pedaço (parágrafo, parte) do texto correspondente;
  9. Verificar, com atenção e cuidado, o enunciado de cada questão;
  10. Cuidado com os vocábulos: destoa (diferente de...), não, correta, incorreta, certa, errada, falsa, verdadeira, exceto, e outras; palavras que aparecem nas perguntas e que, às vezes, dificultam a entender o que se perguntou e o que se pediu;
  11. Quando duas alternativas lhe parecem corretas, procurar a mais exata ou a mais completa;
  12. Quando o autor apenas sugerir ideia, procurar um fundamento de lógica objetiva;
  13. Cuidado com as questões voltadas para daods superficiais;
  14. Não se deve procurar a verdade exata dentro daquela resposta, mas a opção que melhor se enquadre no sentido do texto;
  15. Às vezes o verdadeiro significado das palavras ou a semelhança das palavras denuncia a resposta;
  16. Procure estabelecer quais foram às opiniões expostas pelo autor, definindo o tema e a mensagem;
  17. O autor defende ideias e você deve percebê-las;
  18. Os adjuntos adverbiais e os predicativos do sujeito são importantíssimos na interpretação do texto. Ex: Ele morreu de fomede fome: adjunto adverbial de causa determina a causa na realização do fato (morte de "ele"). Ex: Ele morreu faminto. faminto: predicativo do sujeito é o estado em que "ele" se encontrava quando morreu;
  19. As orações coordenadas não tem oração principal, apenas as ideias estão coordenadas entre si;
  20. Os adjetivos ligados a um substantivo vão dar a ele maior clareza de expressão, aumentando-lhe ou determinando-lh o significado.
NOTA: Diante do que foi dito, espero que você mude o modo de pensar, pois a interpretação não depende de cada um, mas, sim, do que está escrito. "O que está escrito, escrito está."

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

CUIDADOS COM A PELE

CUIDE-SE! faça a História da sua pele.



Ultimamente o sol tem castigado nesta época do ano. Em doses moderadas, ele pode fazer até bem a saúde, o problema é que nem todo mundo toma os devidos cuidados quando pensa em se expor ao sol.

Horário adequado- O ideal é que se respeitassem os horários onde a incidência de raios ultravioletas incide menos até as dez da manhã e só à tarde depois das dezesseis horas seriam os horários ideais e ainda assim com uso de protetor solar.

Protetor Solar- Para as pessoas de pele clara a proteção não deve ser inferior ao fator 30, para quem tem pele morena pode até usar um fator menor, os protetores devem também respeitar o seu tipo de pele as mais oleosas, ou mista (zona T- testa, nariz e queixo oleosos maçãs do rosto seca) devem usar protetores versão em gel, para não obstruir os poros e causar mais espinhas, as peles secas devem usar o protetor em creme.

Na realidade o que faz a diferença é o tempo de aplicação dos protetores que devem ser reaplicados a cada duas horas. Você pode até achar bobagem, mais os sinais só surgem com o passar dos anos. Envelhecimento precoce, rugas, peles manchadas, com sardas são sinais de quem não cuidou da pele direito. Outro cuidado essencial é a hidratação do corpo com bastante líquido (não vale as bebidas alcoólicas) com sucos, água, água de coco, e as frutas, além da utilização de hidratantes na pele para manter o brilho e a maciez. Aí é só curtir o verão e ficar lindo (a)!



sábado, 14 de janeiro de 2012

RACISMO

Placa em piscina pública nos EUA proíbe presença de negros


A locadora de apartamentos Jamie Hein fixou uma placa com os dizeres “Public Swimming Pool - White Only” (Piscina pública - somente brancos) na piscina de um condomínio em Cincinnati, nos Estados Unidos, e tem causado polêmica no país. A comissão de direitos civis de Ohio considerou a atitude preconceituosa.

Hein disse que a placa foi instalada porque uma menina negra que nadava no local teria deixado a água turva devido os produtos de cabelo que usava. A família da garota deixou o condomínio em setembro do ano passado e registrou o ato de preconceito na comissão de direitos civis. Mas somente nesta quinta-feira (12) – depois de verificar a veracidade da denúncia – a comissão julgou que a atitude foi preconceituosa. A locadora ainda pode tentar um acordo antes que o caso vá para a Justiça.

O pai da criança, Michael Gunn, disse que revoltou-se ao ver a placa na piscina e que a filha ficou triste ao descobrir que o motivo da mudança de casa estava relacionada à cor da pele da família.
Placa tem a frase "piscina pública - somente brancos". (Foto: Reprodução/ CNN)

Rússia se prepara para explorar a Lua e Marte

A Rússia anunciou na quinta-feira (5) que iniciou os preparativos para conquistar a Lua e Marte para que, em 2015, suas naves não-tripuladas cheguem às superfícies do satélite terrestre e do planeta vermelho.

"O programa espacial que a Rússia desenvolverá nos próximos anos prevê a chegada de naves automáticas a Marte em 2015", disse Vladimir Nesterov, diretor do consórcio estatal Khrunichev, principal construtor de foguetes russos.

Em encontro na sede da Khrunichev em Moscou, Nesterov disse que, para a indústria do país, os programas envolvendo a Lua e Marte são prioritários, e afirmou que a empresa cumprirá os objetivos designados pelo governo russo.

"A Khrunichev dispõe dos recursos tecnológicos e humanos necessários para desenvolver as metas estabelecidas em nosso programa espacial, inclusive os vôos interplanetários", disse.

Nesterov afirmou que o envio das naves automáticas é o começo da prospecção interplanetária e que os vôos tripulados ao planeta vermelho e à Lua são objetivos possíveis a muito longo prazo.

"Nos próximos quinze anos, os vôos tripulados para Marte são pouco prováveis", ressaltou Nesterov, ao destacar que ainda restam muitos problemas tecnológicos a resolver.

O responsável pelo programa acrescentou que, "para os vôos interplanetários, é necessário construir foguetes com capacidade de colocar em órbita cargas de 120 a 130 toneladas, enquanto os atuais aparelhos russos Proton elevam cerca de 22 toneladas".

Segundo projetos desenvolvidos por centros russos, a nave para viajar a Marte será construída na órbita terrestre a partir de módulos de pelo menos 100 toneladas cada um.

Depois, os módulos serão montados de forma semelhante à atual Estação Espacial Internacional (ISS) e, uma vez construída, a nave de 600 toneladas levará a Marte uma tripulação de seis astronautas em uma viagem de 440 a 500 dias de duração, que inclui ida, estadia e volta.

De acordo com esses projetos, a nave consumirá combustível diferente em relação aos atuais foguetes e operará com motores elétricos que utilizam a energia do Sol ou nuclear, com capacidade de funcionar sem necessidade de reabastecer durante toda a viagem interplanetária.

"Tecnologicamente, os vôos aos planetas são complicados, pois requerem enormes recursos e inovações tecnológicas", disse Nesterov, ao afirmar que os foguetes desenvolvidos pela Khrunichev ainda usam combustível convencional.

O especialista falou dos foguetes portadores Angara, que poderão ser lançados do território russo e cujos primeiros vôos de teste devem acontecer em 2010 e 2012.

Nesterov ressaltou que os portadores Angara permitirão à Rússia abranger todo o espectro do mercado internacional para o lançamento ao espaço de satélites que operam em diferentes órbitas.

Os Angara serão construídos em modelos de classes leve, média e pesada e funcionarão com combustíveis inócuos, como o querosene, o hidrogênio e o oxigênio, uma notória vantagem em relação a outros foguetes russos que consomem combustíveis tóxicos.

Com os Angara-A5 pesados, a Rússia poderá lançar de seu território naves tripuladas ou posicionar satélites em órbitas geoestacionárias, tarefas que, por enquanto, só podem ser realizadas a partir da base de Baikonur, no Cazaquistão (Ásia Central).

Além disso, os Angara pesados poderão lançar em órbitas baixas de até 600 quilômetros de altura cargas com no máximo 26 toneladas, enquanto a capacidade máxima dos atuais portadores Proton para a mesma altitude é de 20 toneladas.

Primeiras missões não-tripuladas de pouso no planeta vermelho ficam para 2015.
Viagem com astronautas a Marte ainda é sonho distante, dizem russos.
Para o posicionamento de satélites em órbitas geoestacionárias de mais de 36.000 quilômetros de altura, os Angara também saem na dianteira, porque poderão transportar cargas de até 4,5 toneladas, em particular satélites de comunicações de alta potência e aparelhos militares de espionagem.

Nesterov afirmou que a criação dos Angara aumentará consideravelmente a importância da base russa de Plesetks, que fica 800 quilômetros ao noroeste de Moscou, e aparece como uma alternativa à base de Baikonur, que a Rússia aluga ao Cazaquistão.

Os Angara desenvolvidos pela Khrunichev permitirão à Rússia colocar em órbita módulos para laboratórios automáticos ou estações orbitais tripuladas análogas à ISS, assim como posicionar na órbita terrestre os segmentos para encaixar as futuras naves espaciais destinadas a realizar vôos interplanetários, entre eles, a cobiçada exploração de Marte.

Itamaraty confirma presença de brasileiros em naufrágio na Itália

O Ministério das Relações Exteriores informou neste sábado (14) que havia brasileiros na embarcação que naufragou ontem na ilha italiana de Giglio, região da Toscana, na Itália. Pelo menos oito pessoas morreram após o naufrágio.
Oficialmente, o ministério brasileiro não soube informar quantos brasileiros estavam no navio Costa Concordia. O Consulado do Brasil em Roma está acompanhando o resgate por parte das autoridades costeiras italianas, mas não atua diretamente.
Brasileiros que buscam informações sobre sobreviventes ou vítimas podem procurar o consulado na capital italiana ou informações no site do Itamaraty.
A embarcação tinha cerca de 4.200 passageiros a bordo e, segundo a imprensa italiana, começou a afundar após encalhar em um banco de areia.
A empresa do navio destacou que "até o momento não é possível definir as causas do problema".
O arquipélago onde está situada a Ilha de Giglio fica a cerca de 80 km de distância de Roma. Segundo relatos da imprensa europeia, após o encalhe da embarcação pequenas barcos tentaram a ajudar no resgate dos passageiros e tripulantes.
Segundo a imprensa europeia, o número de desaparecidos é de pelo menos 50 pessoas.
A Guarda Costeira chegou a informar que "os passageiros não corriam perigo" e eram retirados em botes salva-vidas do navio Costa Concordia. Porém, ao retirar os últimos membros da tripulação uma fenda se abriu, causando vazamentos internos.

De acordo com o site do Costa Concordia, a embarcação "é o maior e mais imponente navio de toda a frota Costa com 112 mil toneladas, mais de 500 varandas privativas nas 1.500 cabines".


Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Fernando Bezerra Coelho vê preconceito em tese de beneficiamento a Pernambuco

Valter Campanato/ABr

verba antienchente

Para o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB), Pernambuco está sendo vítima de preconceito ao ser acusado de beneficiamento por parte da pasta no pagamento de verbas antienchentes. O Estado de FBC recebeu R$ 98 milhões para a prevenção de cheias.

O ministro negou critérios políticos para a distribuição de recursos. "Não existe aqui política partidária miúda, pequena. Não aceito discriminação a nenhum Estado do Brasil. Não aceito discriminação a Pernambuco porque é o Estado do ministro", disparou Fernando Bezerra Coelho, em entrevista coletiva em Brasília, na tarde desta quarta-feira (4). Manchete do jornal O Estado de S. Pauloacusou o ministro de fazer uso político das enchentes. Pernambuco é governado pelo presidente do PSB, Eduardo Campos.

Ao ser indagado se acreditava que a pressão que vem sofrendo da mídia paulista desde o final do ano passado era fruto da pressão do PMDB, interessado no Ministério da Integração Nacional, Fernando disse que preferia "acreditar que a imprensa não se deixa levar pelo PMDB".

Bezerra manteve-se tranquilo durante as cerca de duas horas de entrevista. Só demonstrou irritação ao responder a última pergunta feita antes de encerrar a coletiva. Questionado se liberaria R$ 98 milhões para Pernambuco se ele não fosse pernambucano e correligionário do governador, FBC respondeu: "Qualquer brasileiro que estivesse sentado nesta cadeira teria liberado", afirmou com semblante raivoso.

O ministro disse que Pernambuco recebeu o dinheiro porque já tinha projetos prontos. Dos R$ 98 milhões, R$ 70 milhões são destinados à construção de cinco barragens que impedirão enchentes provocadas pela cheia do Rio Una. O Estado tinha oito projetos prontos. "Pernambuco estava com projeto pronto porque teve um dos mairoes acidentes naturais deste País, em 2010", explicou.

O Estado sequer foi o que recebeu maior verba do Ministério da Integração Nacional, quando somadas as rubricas de reconstrução e prevenção. De acordo com o ministro, o Rio de Janeiro recebeu 30% do orçamento, enquanto Pernambuco ficou com 13,7%. Dos 259 milhões empenhados para obras de prevenção, R$ 25,9 milhões foram pagos. Já dos R$ 439 milhões da pasta empenhados para reconstrução, R$ 207 milhões foram executados.


Fonte: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2012/01/04/fbc_ve_preconceito_em_tese_de_beneficiamento_a_pernambuco_121972.php

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Realidade da educação no Brasil.



P.S. Quero deixar claro que não tenho nada contra  jogador Neymar, pelo contrario, sou fã do seu talento.

Irã exige que EUA não mandem porta-aviões ao Golfo Pérsico novamente

O comandante das Forças Armadas iraniana, general Ataollah Salehi, pediu nesta terça-feira aos Estados Unidos que não enviem novamente um porta-aviões ao Golfo Pérsico, informou a agência oficial Irna.

"Aconselhamos o porta-aviões americano que atravessou o Estreito de Ormuz a não retornar ao Golfo Pérsico", disse o general Salehi, antes de afirmar que a República Islâmica do Irã não pretende repetir a advertência.

O alerta foi feito um dia depois da Marinha iraniana ter completado 10 dias de exercícios na entrada do Golfo, com os testes de três mísseis com capacidade de afundar navios.

O porta-aviões citado por Salehi era o USS John C. Stennis, um dos maiores navios da Marinha dos Estados Unidos.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Receita de Ano Novo

 
 
Receita de Ano Novo - Carlos Drummond de Andrade

Para você ganhar belíssimo Ano Novo 
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, 
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido 
(mal vivido talvez ou sem sentido) 
para você ganhar um ano 
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, 
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; 
novo 
até no coração das coisas menos percebidas 
(a começar pelo seu interior) 
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, 
mas com ele se come, se passeia, 
se ama, se compreende, se trabalha, 
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, 
não precisa expedir nem receber mensagens 
(planta recebe mensagens? 
passa telegramas?) 

Não precisa 
fazer lista de boas intenções 
para arquivá-las na gaveta. 
Não precisa chorar arrependido 
pelas besteiras consumadas 
nem parvamente acreditar 
que por decreto de esperança 
a partir de janeiro as coisas mudem 
e seja tudo claridade, recompensa, 
justiça entre os homens e as nações, 
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, 
direitos respeitados, começando 
pelo direito augusto de viver. 

Para ganhar um Ano Novo 
que mereça este nome, 
você, meu caro, tem de merecê-lo, 
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, 
mas tente, experimente, consciente. 
É dentro de você que o Ano Novo 
cochila e espera desde sempre.

domingo, 18 de dezembro de 2011


Melhor que o adversário que o PT derrotou em 2002. Melhor mesmo que seu criador. Ao final de seu primeiro ano de governo, a presidenta Dilma Rousseff alcança índices de aprovação mais altos que os de Fernando Henrique Cardoso e os de Lula no mesmo período. É o que revela pesquisa do Instituto Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Os números mostram que a popularidade de Dilma passa incólume pelas crises políticas e as denúncias de corrupção que levaram à queda de seis ministros – mais de um a cada dois meses – por denúncias de corrupção. É possível que justamente a reação forte de Dilma a essas denúncias, ao afastar os ministros, seja parte da explicação para seus índices positivos.
De acordo com a pesquisa, Dilma tem 56% de ótimo e bom na avaliação de seu governo ao final de seu primeiro ano. Em 1995, primeiro ano de seu primeiro mandato, Fernando Henrique Cardoso registrou apenas 43% de ótimo e bom. Em 1999, início de seu segundo mandato, a situação do ex-presidente tucano era bem pior: apenas 17% dos entrevistados disseram achar ótimo ou bom seu governo.
Naquele momento, o país enfrentava uma grave crise financeira, que levou a uma desvalorização do real, e estava em meio à crise energética que levaria ao apagão, em julho de 2001. Não por acaso, ao final desse segundo governo, o candidato de Fernando Henrique, José Serra, acabou sendo derrotado por seu adversário, Lula. Que terminou seu primeiro ano de mandato, em 2003, com 41% de aprovação. Em 2007, segundo ano de seu primeiro mandato, Lula teve 51% de ótimo e bom. Lula chegou a ter índices de aprovação mais altos ao longo de seu governo, mas não nos dois primeiros anos dos seus dois mandatos.
A margem de erro da pesquisa é dois pontos percentuais. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 142 municípios brasileiros entre os dias 2 e 5 de dezembro.
Fonte: Congresso em Foco

Mensagem para reflexão

Você é...

Você é os brinquedos que brincou, as gírias que usava, você é os nervos a flor da pele no vestibular, os segredos que guardou, você é sua praia preferida, Garopaba, Maresias, Ipanema, você é o renascido depois do acidente que escapou, aquele amor atordoado que viveu, a conversa séria que teve um dia com seu pai, você é o que você lembra.
Você é a saudade que sente da sua mãe, o sonho desfeito quase no altar, a infância que você recorda, a dor de não ter dado certo, de não ter falado na hora, você é aquilo que foi amputado no passado, a emoção de um trecho de livro, a cena de rua que lhe arrancou lágrimas, você é o que você chora.
Você é o abraço inesperado, a força dada para o amigo que precisa, você é o pelo do braço que eriça, a sensibilidade que grita, o carinho que permuta, você é as palavras ditas para ajudar, os gritos destrancados da garganta, os pedaços que junta, você é o orgasmo, a gargalhada, o beijo, você é o que você desnuda.
Você é a raiva de não ter alcançado, a impotência de não conseguir mudar, você é o desprezo pelo o que os outros mentem, o desapontamento com o governo, o ódio que tudo isso dá, você é aquele que rema, que cansado não desiste, você é a indignação com o lixo jogado do carro, a ardência da revolta, você é o que você queima.
Você é aquilo que reivindica o que consegue gerar através da sua verdade e da sua luta, você é os direitos que tem, os deveres que se obriga, você é a estrada por onde corre atrás, serpenteia, atalha, busca, você é o que você pleiteia.
Você não é só o que come e o que veste. Você é o que você requer, recruta, rabisca, traga, goza e lê. Você é o que ninguém vê.
(Martha Medeiros)

sábado, 26 de novembro de 2011

Neymar talento nos pés, onde está o seu talento?

      O jogador Neymar possui um dos mais invejáveis caches já pago a um jogador de futebol; nada contra; entretanto não terminou seus estudos, por isso, resolvi postar para vocês uma reportagem que os auxiliará nos seus estudos independente da série que você esteja cursando; a reportagem foi publicada pela revista NOVA escola da editora Abril / Novembro 2011.

      Seguem quatro dos cinco procedimentos metodológicos e fáceis de praticar que foram validados por especialistas, com o objetivo de ajudar aos alunos como compreender os conteúdos de várias disciplinas.
(Parte deste texto é de autoria de Fernanda Salla).


      "Com a entrada do ultimo bimestre do ano, muitos alunos começam a correr atrás do prejuízo para evitar que as notas afundem no vermelho. Munidos de livros e cadernos, precisam "rachar" para as provas, muitas vezes usando a decoreba como método de estudo. Porém essa não é a melhor maneira de ativar o conteúdo visto ou aprender aquele que ficou mal compreendido. Há estratégias que ajudam não só na hora do aperto mas também durante todo o processo educacional...."
      "Aprender procedimentos de estudo é tão importante quanto o conhecimento conceitual para o desenvolvimento cognitivo."

1ª Dica:   ELEGER INFORMAÇÕES

      "Oque é Procedimento de leitura que consiste em grifar (marcar, sublinhar) um número reduzido de passagens do texto com o objetivo de ressaltar as informações que melhor sintetizam seu conteúdo.
      Como Trabalhar Alem de ser uma estratégia de estudo por si só, eleger as informações principais em um texto muitas vezes é a primeira fase para estudar utilizando outros procedimentos, como elaborar resumos e esquemas. Sublinhar pressupõe saber salecionar e suprimir informações. O leitor deve ressaltar os dados essenciais para a compreensão do texto e omitir os secundários ou irrelevantes. Enquanto ainda não têm segurança nessa atividade, você pode usar lápis, em vez de marca-texto - assim é possível apagar e refazer o destaque após a discussão coletiva. Um procedimento interessante é anotar nas laterais do texto, apontando ideias relacionadas ao que foi grifado. Dessa forma, fica mais fácil estudar o conteúdo depois..."

2ª Dica: RESUMIR

    "Oque é Procedimento de leitura para organizar informações e facilitar a compreensão do conteúdo, elegendo os aspectos mais relevantes. Permiti articular os comportamentos leitores e escritores em situação de estudo."

      "Como trabalhar Os desafios são: ler, entender, selecionar e organizar os dados por escrito. Como não deixa de ser um gênero textual, deve obedecer a regras de sintaxe e manter a coesão entre as frases. Segundo a pesquisadora Delia Lerner, o processo de resumir implica lançar mão de algumas estratégias, dentre elas, a supressão, a generalização e a construção. Na hora de elaborar as informações importantes, o foco deve ser as que são essenciais para a compreensão do texto como um todo. Uma dica é dispensar exemplos ou outros dados secundários, usados apenas para validar as informações do autor. Como o novo texto produzido deve ser uma versão enxuta do original, a generalização ajuda a agrupar conceitos semelhantes. Já a construção reorganiza o conteúdo por meio da elaboração de uma ideia central...."


3ª Dica: TOMAR NOTAS

      "Oque é Fazer anotações das informações consideradas importantes durante uma aula, palestra ou apresentação oral para retomar posteriormente o conteúdo ouvido e visto.

      Como Trabalhar Assim como o leitor formula hipóteses quando lê, o ouvinte presta atenção, antecipa o que será dito e busca respostas para os problemas. Para isso, porém, é imprescindivel saber algo sobre o assunto ou que ele esteja vinculado a conteúdos já vistos em sala... A rapidez ao anotar faz parte do procedimento, por isso apresente abreviações que você usa para ser mais ágil na escrita e mecanismos para destacar conceitos..."


4ª Dica: REVER CÁLCULOS

        "Oque é resolver problemas, analisá-los, construir estratégias matemáticas, comunicá-las com outras, identificar as questões e refletir sobre esse processo. Para isso você deve ter consciência sobre o que ainda não foi compreendido.

      Como Trabalhar Dentre as áreas de ensino, a Matemática tem uma particularidade: ela se estuda lendo, escrevendo e, em grande parte, resolvendo cálculos. "O desafio para o professor é assumir a responsabilidade não só de desenvolver atividades para que os alunos estudem e aprendam em sala de aula mas também fornecer elementos para que possam continuar estudando fora dela", diz Héctor Ponce, no artigo Escribir Genera (Más) Conocimientos.
      Cabe ao professor orientar sobre o que é importante anotar. Dessa forma, "o caderno pode ser um recurso que permite olhar para trás, voltar sobre o que foi feito para convertê-lo em fonte de consulta após várias aulas", coloca Ponce. Ele sugere que os alunos façam um índice do caderno, contendo os temas, o período em que foram trabalhados e os capítulos do livro relacionados a eles."

Atenção! Todos os créditos destas informações aqui postadas são merecidamente devidos a revista NOVA escola, editora Abril, edição 247 - Novembro 2011

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Árabes X Judeus, um conflito histórico.

Atendendo ao pedido do colega Bruno Santos posto aqui uma reportagem divulgada pelo jornal O GIRASSOL em 25/07/2008

      Cararíssimo Bruno, o conflito entre judeus e árabes é milenar, o mesmo advem antes da Era de Jesus Cristo, alguns estudiosos alertam para a disputa entre os dois béns mais preciosos para os povos do Oriente; a água e o petróleo, porém existem vários outros aspectos que não devem e nem podem ficar de fora de uma analise tão complexa, espero que o material possa lhe ser útil.
     
    

Arafat e Sharon: ícones dos conflitos

"O conflito entre árabes e judeus tem origem histórica. No Corão, livro sagrado dos muçulmanos, os israelenses são definidos como elementos minoritários e como um povo no qual não se deve confiar e que precisa ser mantido sobre domínio.
A disputa pela Palestina entre os dois povos tem suas raízes na Antiguidade. A presença judaica na Palestina remonta ao segundo milênio antes de Cristo. Em 635, durante a expansão islâmica, a região da Palestina foi ocupada pelos árabes.
No início da Idade Média, a Palestina pertencia ao Império Romano e era habitada, em sua maioria, por cristãos. Somente no século VII que a região foi conquistada pelos muçulmanos e, durante os séculos seguintes, o controle da Palestina oscilou entre diferentes grupos até a incorporação da região pelo Império Otomano. Este último começou a se formar no século XII e chegou a ocupar terras na Síria, Egito, Argélia, Bulgária, Sérvia, partes da Grécia, da Hungria, do Irã e da Arábia, além da Turquia.
      No século XIX, a maioria dos judeus concentrava-se no Leste Europeu e dedicava-se ao comércio e ao empréstimo de dinheiro a juros. Com o desenvolvimento das burguesias nacionais e da Revolução Industrial, no entanto, os judeus foram responsabilizados pelo desemprego em massa e pela concorrência com as classes dominantes. A partir daí, foram confinados a guetos, sofreram várias perseguições e massacres. O resultado disso foi a emigração para a Europa Ocidental.
      Esta situação levou o jornalista judeu Theodor Herzl, em 1896, a criar o movimento sionista, cujo objetivo era estabelecer um lar judeu na Palestina. Este povo começou a colonizar o país e, em 1897, fundou a Organização Sionista Mundial.
      Depois da 1ª Guerra Mundial, os países europeus, de olho no petróleo e na posição estratégica da região, passaram a dominar a área. Em 1918, a Inglaterra ficou responsável pela Palestina. Um ano antes, o ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Lord Balfour, apoiou a fundação de uma pátria nacional judaica na Palestina. Isto aconteceu ao mesmo tempo em que os ingleses haviam prometido aos árabes a independência em troca de apoio para ajudar a expulsar os turcos da região.
      Acreditando nas promessas de Balfour, milhares de judeus foram para a Palestina, compraram terras e se estabeleceram em núcleos cada vez maiores. Neste período, começaram os choques entre judeus e árabes, que assistiam os judeus conquistarem boa parte das terras boas para o cultivo.
      Os judeus criaram um exército clandestino (Haganah) para proteger suas terras e, à medida que crescia a emigração judaica para a Palestina, aumentavam os conflitos. Durante a 2ª Guerra Mundial - em função da perseguição alemã -, a emigração judaica para a região aumentou vertiginosamente e a tensão chegou a níveis insuportáveis: os britânicos, na época, tomaram partido dos Aliados e os árabes, do Eixo.
       Em 1936, quando os judeus já constituíam 34% da população na Palestina, estourou a primeira revolta árabe. Bases e instalações inglesas foram atacadas e judeus foram assassinados. A Inglaterra esmagou a rebelião e armou 14 mil colonos judeus para que pudessem defender suas colônias.
      Pouco tempo depois, a Grã-Bretanha tentou controlar a emigração judaica para a área e, desta vez, os judeus atacaram os ingleses. Em 1946, o quartel-general dos britânicos foi dinamitado e 91 pessoas morreram.  
      Apesar destes ataques, os judeus conseguiram apoio internacional devido ao Holocausto, que exterminou mais de 6 milhões de judeus. Desde então, os Estados Unidos passaram a pressionar a Inglaterra para liberar a imigração judaica para a Palestina.  
      Em 1948, os ingleses deixaram a administração da região para a Organização das Nações Unidas que, sob o comando do presidente norte-americano Harry Truman, determinou a divisão da Palestina em duas metades. Os palestinos, que somavam 1.300.00 habitantes, ficaram com 11.500 km2 e os judeus, que eram 700.000, ficaram com um território maior (14.500 km2), apesar de serem em número menor.
      Os judeus transformaram suas terras áridas em produtivas, já que era uma sociedade moderna e ligada ao Ocidente, aumentando ainda mais as diferenças econômicas entre judeus e árabes, que sempre tiveram uma filosofia fundamentalista e totalmente contrária ao Ocidente.
      Neste mesmo ano, o líder sionista David Bem Gurion proclamou a criação do Estado de Israel. Os palestinos reagiram atacando Jerusalém que, segundo a ONU, deveria ser uma área livre.  
      Desde então, o Oriente Médio se tornou palco de conflitos entre israelenses e palestinos. O motivo da guerra está muito além das diferenças religiosas, passa pelo controle de fronteiras, de terras e pelo domínio de regiões petrolíferas."


P.S.  Bruno, segui a bibliografia de um livro que é indispensável para a compreenção deste conflito:
BRENER, Jayme, 1960 - As guerras entre Israel e os árabes, - São Paulo: Scipione, 1997, - (Opinião e Debate).

domingo, 6 de novembro de 2011

Filme e livro ajudam a entender a Primeira Guerra Mundial

                           DICA PARA FINAL DE SEMANA

No filme O Último Batalhão e no livro Até o Último Homem narram ação de soldados dos Estados Unidos e os primeiros combates aéreos da História.

Ataque de tropas francesas a uma posição alemã na província de Champagne (nordeste da França), em 1917.


      Interessados em conhecer melhor os eventos e motivações da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) encontram no filme O Último Batalhão (2001) um retrato da intervenção dos Estados Unidos no conflito. Dirigido por Russell Mulcahy, o longa metragem conta a história de soldados norte-americanos que, enviados em missão suicida, ficam completamente cercados pelos inimigos alemães.
Outra opção é o livro Até o último Homem, escrito pelo americano Jeff Shaara. A obra reproduz fielmente os primeiros momentos da Primeira Guerra, relatando o dia a dia das trincheiras e os primeiros combates aéreos da História - pois essa foi a primeira guerra a usar aviões.




FILME: O Último Batalhão (EUA, 2001)
Retrata a incursão do batahlão comandado pelo major Charles White Whittlesey - que, na verdade, é advogado e não possui carreira militar. Em 1918, o grupo parte com a missão de tomar o controle do terminal ferroviário de Sedan, no norte da França, para romper a rede de distribuição de suprimentos dos alemães.
O escalão superior do exército admite o alto risco da operação e se conforma em perder muitos homens. Indignado, Whittlesey classifica a missão como suicida, mas, antes de partir, recebe garantia de que seus homens serão apoiados por tropas francesas...




LIVRO: Até o Último Homem (Jeff Shaara - 924 págs., R$ 99,00)
      A introdução do livro apresenta a biografia das personagens retratadas na obra. Superada esta parte inicial, a narrativa desenvove-se crusando a realidade com poucas passagens fictícias. Focados na história de pessoas, os capítulos são, inicialmente, divididos por personagens - como General Jhon Peshing, o "Jaqueta Negra", os pilotos americanos da esquadrilha Lafayette e o lendário Barão Manfred von Richthofen, o "Barão Vermelho". Posteriormente, o texto mistura os personagens, mostrando o conflito pela perspectiva de quem o vivenciou...