terça-feira, 9 de abril de 2013


A Quarta Tela: do cinema ao smartphone



O vídeo acima, A Quarta Tela,, foi indicação via Facebook da colega e amiga Egui Branco, educadora de Curitiba, PR, Brasil. 
Trata-se de propaganda de empresa fabricante de telefones celulares que "explora a idéia de que o celular é a quarta tela criada na história moderna. A primeira foi a tela de cinema, a segunda a da TV, a terceira a do computador e a quarta, a tela do celular!". 
Eu acharia um espaço para a tela do videogame, que mudou o comportamento de uma geração e influencia consideravelmente a atual, portanto, o celular seria a Quinta Tela, e que congregaria num só equipamento todas as demais telas já existentes, pois o smartphone permite em seu pequeno visor assistir TV, vídeos e filmes de cinema, acessar a internet e fazer funções de computador... 
Evidente que o videogame atual nem se compara aos primeiros consoles, tipo Telejogo(vide abaixo desta postagem), da década de 1970 (comercializado no Brasil em 1977), em tela monocromática, com uma bolinha e duas barras e movimentos limitados, e que os atuais, que usam sensores de movimento precisam de uma tela de TV para sua projeção, mas se for assim, o próprio computador precisa de um monitor (seja exclusivo ou de TV, assim como os videogames), por este motivo, penso que o moderno celular seja a Quinta geração de Telas, mas não importa quantas são. O importante é a mensagem que o vídeo traz sobre a transformação de uma experiência inicial de cinema e TV com o público como mero receptor, depois com advento dos games, uma interação inicial usuário e maquinário, que se consolida com o computador aliada à internet, e que se multiplica e se torna uma experiência universal, via redes sociais, usando o smartphone, que nada tem a ver com o protótipo do fone celular, criado há 40 anos, que era grande, pesado, com raio de atuação limitado, com apenas um visor para mostrar a numeração do fone chamado ou recebido. Apesar de todos esses avanços das telas, e pensado no contexto escolar, do cinema até o moderno celular, todas estas telas tem sido usadas mais com sentido recreativo do que pedagógico, salvo as exceções, que conseguem promover o diálogo entre arte e educação. 
O vídeo abaixo mostra o TeleJogo, o avô dos modernos videogames: 



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